quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Revisitando um Conto, Alice no País das Maravilhas



“(...) Como é tarde! Chegarei atrasado! Em seguida o Coelho puxou do bolso do colete um relógio para ver que horas eram. Isto, sim, Alice estranhou, pois nunca tinha ouvido falar de Coelho que usasse colete e relógio (...).”
(Capítulo 1 – Viagem à toca dos Coelhos)
 
Era uma vez...

Uma garotinha chamada Alice que avista um coelho branco de colete e relógio em mãos e corre atrás dele. Mas o coelho é mais rápido do que ela e entra em uma toca. Alice, porém, sem pensar, o termina seguindo. O buraco, para surpresa da garotinha, é mais fundo do que parece e Alice termina caindo, caindo e caindo, até chegar a um grande hall, onde se depara com uma sala rodeada de portas.

A partir daí, começa sua aventura pelo Mundo Subterrâneo. Em seu caminho ela se depara com um lugar povoado por criaturas carismáticas e bizarras, que estão além da sua imaginação.

As irmãs Loriny Charlotte, Edith Mary e Alice Pleasance Liddell
Charles Lutwidge Dodgson escreveu a história de Alice, após contá-la de improviso para três irmãs - Loriny Charlotte, Edith Mary e Alice Pleasance Liddell - filhas do reitor Henry George Liddell, da Universidade de Oxford. Contam que ele, em julho de 1862, foi dar um passeio de barco pelo rio Tâmisa, na companhia do seu amigo Robinson Duckworth e das meninas, quando começou a chover. Para entretê-las, Charles contou a história de Alice. Escrevendo mais tarde as Aventuras de Alice Embaixo da Terra de próprio punho, ele ilustrou o livro e o deu de presente a irmã do meio, Alice Liddell. 

Lançado em 04 de julho de 1865, sob o pseudônimo de Lewis Carroll, o livro conquistou ilustres leitores. O jovem Oscar Wilde e a Rainha Victoria, da Inglaterra, assim como os pequenos, logo se encantaram com o jogo de palavras e com o mundo de fantasia de Carrol.