Revisitando os Contos, A Bela Adormecida



A história da Bela Adormecida remonta no mínimo ao século XIV, mas a versão mais famosa é a do francês Charles Perrault publicada em 1697 sob o título de 'La belle au bois dormant'. Versão que constitui a base de muitas narrativas posteriores, como a dos Irmãos Grimm.

Mas muitas crianças cresceram ouvindo a história da princesa que adormecia pela versão do longa de animação dos estúdios Walt Disney, lançado em 1959. Adaptação que distanciou-se da história original.

Você sabe quantas fadas foram convidadas para o banquete? Por que uma delas lançou a maldição? Como o príncipe soube que por detrás da densa sebe de espinhos havia um castelo, e que ali dormia uma linda princesa?

Bem, nossa história começa igual a de todas... Era uma vez um rei e uma rainha que não podiam ter filhos.

Para comemorar o nascimento de sua filha, doze fadas foram convidadas pelo rei. Mas a décima terceira fada, furiosa por ter sido esquecida, rogou uma praga. Por que então o rei não a convidou? Porque ele não tinha 13 pratos e 13 colheres de ouro para serem postas à mesa. 

A Bela Adormecida, longa-animado dos estúdios Walt Disney
E apesar dos esforços do rei, a princesa não consegue impedir que a maldição se realize. Espetando seu dedo em uma roca, ela cai em um sono profundo. Com todos adormecidos no Castelo - o rei, a rainha e seu séquito - uma densa sebe de espinhos cresce e cobre todo o lugar.

E muitos anos se passam, assim como muitos príncipes, até que surja um que fale:

"Eu quero atravessar a sebe e libertar a bela princesa adormecida'.

Com essas palavras, o príncipe se aproxima da sebe de espinhos, que para ele, se transformam em flores, afastando-se uma das outras, e assim, permitindo sua travessia até o Castelo.

  “A princesa vai crescer com graça e beleza, mas, antes do pôr-do-sol, em seu décimo sexto aniversário, ela ferirá o dedo no fuso de uma roca e morrerá.”